sábado, 3 de setembro de 2011

Apoteose do grito.

Os órgãos desse meu corpo completamente amortecidos após quase um maço sumindo. E todos desejam pular para fora. Gritar. Pedir socorro. Mas são apenas os órgãos abrigados em meu corpo. Não faço parte do grito. Sirvo de abrigo pra tanta coisa. Me sirvo de abrigo.

Eduardda Carvalho

Um comentário:

Mima disse...

Muito bom teu texto!

Parabéns pelo espaço! Tudo lindo por aqui. (To te seguindo!)

Beijos,

Mima.